A Hora E A Vez Dos Marketplaces No Brasil

27 Apr 2019 14:22
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<p>L&aacute; se ir&atilde;o trinta e quatro anos desde que o primeiro marketplace do mundo, o Electronic Mall, foi lan&ccedil;ado nos EUA. Como Ganhar Dinheiro Na Internet Sem Gastar Nada ? , a CompuServer, concorrente da AOL, colocou no mercado um software que, quando instalado no pc, dava acesso ao cat&aacute;logo de oitenta e cinco lojas diferentes. Voc&ecirc; podia filtrar a busca por organiza&ccedil;&atilde;o, item e categoria, como por exemplo, escolher um artigo e, com o seu cart&atilde;o de cr&eacute;dito, finalizar a compra.</p>

<p>Mais de tr&ecirc;s d&eacute;cadas depois, o Brasil vive uma verdadeira efervesc&ecirc;ncia no setor de marketplaces. Mesmo com a instabilidade econ&ocirc;mica que assolou a na&ccedil;&atilde;o - e, aos poucos, parece entrar para o passado -, organiza&ccedil;&otilde;es internacionais decidiram apostar suas fichas no mercado brasileiro e investir deste canal. Modelo mais recente, a Amazon tem expandido muito rapidamente a opera&ccedil;&atilde;o nesse lugar. Em outubro de 2017, depois de anos no com&eacute;rcio de livros, a gigante americana finalmente lan&ccedil;ou o seu e-commerce de eletr&ocirc;nicos. A tua entrada no mercado pegou diversos players de surpresa e provocou nos concorrentes uma avalanche de quedas na Bolsa de Valores.</p>

<p>Menos de um m&ecirc;s depois, adicionou a categoria de Resid&ecirc;ncia e Cozinha. Em janeiro, foi a vez de artigos de papelaria ganharem as “prateleiras” do site. Prontamente o Mercado Livre conquistou n&uacute;meros generosos em sua opera&ccedil;&atilde;o mundial - que, al&eacute;m da Argentina, tem no Brasil um dos seus principais mercados. S&atilde;o mais de 182 milh&otilde;es de usu&aacute;rios e 23,seis milh&otilde;es de consumidores &uacute;nicos em toda a Am&eacute;rica Latina. E n&atilde;o esque&ccedil;a do Buscap&eacute;, que tamb&eacute;m entrou pro ramo.</p>

<p>Os n&uacute;meros impressionam mesmo sem revelar as plataformas voltadas para p&uacute;blicos espec&iacute;ficos. Hoje, existem abundantes nichos representados por esse canal de vendas - como vestu&aacute;rio, cal&ccedil;ados e at&eacute; produtos artesanais. Muita gente parece olhar nos marketplaces a galinha dos ovos de ouro do e-commerce. Por&eacute;m essa empolga&ccedil;&atilde;o se A Diferen&ccedil;a De M&iacute;dia Digital E Marketing Digital Para o Sucesso Nas Vendas Online ? Especialistas e lojistas, por tua vez, acreditam que os “shopping centers online” podem ser um excelente meio de ampliar as vendas - todavia, para essa finalidade, &eacute; necess&aacute;rio tomar cuidados. Sem aten&ccedil;&atilde;o, a vida de uma loja virtual corre o risco de terminar t&atilde;o logo comece.</p>

<p>Na vis&atilde;o do consultor e palestrante Rodrigo Maruxo, lojistas online precisam tomar cuidado ao concentrar tuas vendas exclusivamente nessas plataformas, principalmente j&aacute; que elas est&atilde;o em permanente transforma&ccedil;&atilde;o e processo de amadurecimento. Ele cita, como exemplo, os ajustes e modifica&ccedil;&otilde;es relevantes de regras comerciais que o paradigma experimenta nos &uacute;ltimos 3 anos.</p>

<p>Com a entrada recente da Amazon no mercado, mais estruturas foram e est&atilde;o sendo remodeladas. Contudo o fato de os marketplaces serem uma plataforma de vendas “concorrente da loja f&iacute;sica” impede ao varejista, tais como, criar com a apoio de clientes uma conex&atilde;o mais profunda do que o descomplicado com&eacute;rcio de produtos. “Do ponto de visibilidade do canal, marketplace n&atilde;o &eacute; vantagem, uma vez que ele foca pela venda e n&atilde;o pela m&iacute;dia.</p>
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<p>Caso oposto, o p&uacute;blico pesquisaria o objeto pelo canal e fecharia a compra no e-commerce direto do seller. A&iacute;, o marketplace n&atilde;o ganharia nada e viraria s&oacute; um expositor”, opinou Christopher Neiverth, gerente de e-commerce da Lojas Pompeia. Essa depend&ecirc;ncia que o marketplace determina, entretanto, &eacute; o repercuss&atilde;o natural - e, normalmente, indesejado - da combina&ccedil;&atilde;o entre os lojistas e a plataforma, a fim de se beneficiarem mutuamente. De um lado, est&atilde;o os grandes varejistas, que, depois de anos de investimento em constru&ccedil;&atilde;o de marca, consolidaram um tr&aacute;fego significativo e qualificado em seus blogs. ] e o pequeno varejista cresce organicamente e acelera o desenvolvimento do seu neg&oacute;cio”, explicou Maruxo.</p>

<p>“H&aacute; bem como quest&otilde;es de regulamenta&ccedil;&otilde;es que podem impactar em maior ou menor grau todo o mercado e podem ser um ponto de aten&ccedil;&atilde;o e risco”, declarou o Como Obter Dinheiro? . Uma destas quest&otilde;es &eacute; a nova especifica&ccedil;&atilde;o determinada em maio do ano passado pelo Banco Central, que passou a considerar os marketplaces uma esp&eacute;cie de funda&ccedil;&atilde;o financeira. Para as pessoas que est&aacute; inclinado a trabalhar com marketplace, a gama de pontos para onde focar a aten&ccedil;&atilde;o &eacute; extensa. Mesmo deste modo, Eduardo Bento, consultor de com&eacute;rcio eletr&ocirc;nico com passagem na Elare, do Rio Grande do Sul, acredita que existem proveitos em embarcar na onda do marketplace.</p>

<p>Ele conta que, nos tempos de lojista, investia 10% do budget em marketing, tinha uma opera&ccedil;&atilde;o com meios de pagamento que custava 3% e ainda corria riscos com fraudes. “Recebia tudo parcelado, n&atilde;o tinha muito capital de giro e precisava muito de investimento pra suportar o crescimento no e-commerce”, ilustrou Bento.</p>

<p>“Com o marketplace, consegui acertar o cashflow da opera&ccedil;&atilde;o e, com o pagamento antecipado, pude negociar um valor de compra melhor com os fornecedores”, falou. Em sua avalia&ccedil;&atilde;o, hoje as plataformas trabalham pros lojistas, e n&atilde;o o inverso. Pra vir a estes resultados positivos, Bento conta que &eacute; preciso “saber fazer as contas” e criar escalabilidade. “Precisa assimilar o fluidez de pedidos para cada cidade e, dessa forma, indagar melhor o custo do frete a encerramento de obter uma boa posi&ccedil;&atilde;o no buybox”, explicou. Ele recomenda, inclusive, usar ferramentas que facilitam, como por exemplo, ver os pre&ccedil;os e os prazos de entrega para agilizar as tomadas de decis&atilde;o.</p>

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